Medir o impacto ambiental deixou de ser uma tarefa burocrática para se tornar um pilar estratégico e financeiro. Descubra como a Sustain une tecnologia e consultoria de ponta para transformar dados complexos de inventários de GEE em ativos de inteligência de negócio, vantagem competitiva e previsibilidade para a sua empresa.
O Relatório de Sustentabilidade morreu. Longa vida ao Relatório de Sustentabilidade!
Está preocupado com o greenwashing? Descubra por que a robustez de dados ESG é o único antídoto para o silêncio climático e como a falta de rastreabilidade de emissões pode excluir sua empresa da cadeia de suprimentos global.
CVM flexibiliza o IFRS S1 e S2: Por que o modelo “Pratique ou Explique” ainda exige atenção máxima das empresas
A recente Resolução CVM 244 alterou as regras de reporte de sustentabilidade (IFRS S1 e S2) para companhias abertas no Brasil, substituindo a obrigatoriedade pelo modelo “Pratique ou Explique” (Comply or Explain). Embora vista por alguns como um recuo, a mudança impõe um alto risco reputacional para quem optar por não reportar, além de exigir governança rigorosa de quem aderir. Descubra as novas regras que entram em vigor em 2027 e entenda por que a conformidade de dados ESG continua sendo uma vantagem competitiva crucial.
Inteligência Artificial Responsável: Por que a ISO 42001 é o Novo Padrão de Confiança para o Mercado
A inteligência artificial transforma negócios diariamente, mas o crescimento exige responsabilidade. Descubra o que é a ISO 42001, por que o Sistema de Gestão de IA é o novo diferencial competitivo estratégico para a sua empresa e como a Sustain simplifica essa jornada rumo à governança e à conformidade ética.
O Risco que não aparece no Balanço (ainda)
O artigo propõe uma mudança de perspectiva para o empresário: encarar a conformidade não como uma burocracia, mas como uma ferramenta de proteção patrimonial.
Foco no Risco: Sai o foco exclusivo no ESG e entra a Inteligência de Riscos Estratégicos, que integra Governança e Compliance para evitar a fragmentação da gestão.
Eficiência Metódica: A utilização de estruturas de alto nível (como as normas ISO) permite proteger a empresa com menos esforço e mais precisão.
Valor de Mercado: Uma empresa “blindada” e resiliente a mudanças regulatórias é uma empresa que vale mais (até 3x mais) e transmite confiança real para investidores e parceiros.
A mensagem central: No cenário de 2026, a inteligência em riscos é o que separa as empresas que apenas sobrevivem daquelas que lideram o mercado.
Por que a Gestão da Inovação precisa de uma Central de Comando?
Tratar a inovação como um evento isolado ou uma faísca de sorte é um dos maiores riscos que uma empresa pode assumir em sua governança. Para que boas ideias se transformem em ativos estratégicos e valor de mercado, elas exigem o mesmo rigor aplicado ao compliance e à gestão financeira. É exatamente esse o propósito da ISO 56002: estabelecer um Sistema de Gestão da Inovação (SGI) focado em previsibilidade e resultados.
Diferente do senso comum, a inovação não prospera no improviso. Ela ganha escala quando encontra método, métricas claras e, acima de tudo, uma infraestrutura capaz de sustentar o ciclo desde a concepção até a entrega final.
A Reforma Tributária e os “Dividendos da Sustentabilidade”: Por que o ESG agora é uma Variável Fiscal
O artigo analisa como a Reforma Tributária (2026) e a consolidação da Transação Tributária Sustentável transformaram a governança ambiental e social de “custo” em ativo financeiro estratégico.
Sustain Consulting: a blindagem estratégica da sua empresa
Por Jorge Krening – Head Sustain Consulting Como Head de Consultoria na Sustain Consulting, converso com dezenas de líderes toda semana. A pressão por resultados financeiros é imensa. E agora, a pressão por transparência ESG é igualmente implacável.Muitos veem isso como mais um fardo. Eu vejo como a maior oportunidade de redefinir o que significa […]
Compliance e Risco em Foco
O Fim do Compliance “Teatral”
O artigo de Jorge Krenning alerta que a clássica desculpa “eu estava apenas fazendo meu trabalho” não serve mais como escudo jurídico para profissionais de Riscos e Compliance. A responsabilidade corporativa mudou, e o CPF do gestor agora está na linha de frente.
Custo x Benefício x Risco: Qual dos três você está ignorando?
Por muito tempo, usamos uma balança simples: Custo x Benefício.
Se o benefício parecia maior, a decisão estava tomada.
O problema? Essa lógica é perigosamente incompleta.
A gestão moderna nos mostra que existe um terceiro fator essencial nessa equação: o Risco.
🔺 Custo, Benefício e Risco formam um triângulo: Você não ajusta um sem impactar os outros.
Aumentar o benefício costuma elevar o custo ou o risco;
Reduzir custos quase sempre aumenta o risco;
Diminuir riscos, inevitavelmente, custa mais.
O desafio não é maximizar um único ponto, mas encontrar o melhor equilíbrio entre os três.