CVM flexibiliza o IFRS S1 e S2: Por que o modelo “Pratique ou Explique” ainda exige atenção máxima das empresas

A recente Resolução CVM 244 alterou as regras de reporte de sustentabilidade (IFRS S1 e S2) para companhias abertas no Brasil, substituindo a obrigatoriedade pelo modelo “Pratique ou Explique” (Comply or Explain). Embora vista por alguns como um recuo, a mudança impõe um alto risco reputacional para quem optar por não reportar, além de exigir governança rigorosa de quem aderir. Descubra as novas regras que entram em vigor em 2027 e entenda por que a conformidade de dados ESG continua sendo uma vantagem competitiva crucial.

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O Risco que não aparece no Balanço (ainda)

O artigo propõe uma mudança de perspectiva para o empresário: encarar a conformidade não como uma burocracia, mas como uma ferramenta de proteção patrimonial.

Foco no Risco: Sai o foco exclusivo no ESG e entra a Inteligência de Riscos Estratégicos, que integra Governança e Compliance para evitar a fragmentação da gestão.

Eficiência Metódica: A utilização de estruturas de alto nível (como as normas ISO) permite proteger a empresa com menos esforço e mais precisão.

Valor de Mercado: Uma empresa “blindada” e resiliente a mudanças regulatórias é uma empresa que vale mais (até 3x mais) e transmite confiança real para investidores e parceiros.

A mensagem central: No cenário de 2026, a inteligência em riscos é o que separa as empresas que apenas sobrevivem daquelas que lideram o mercado.

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Sistema de gestão da inovação na Plataforma Sustain

Por que a Gestão da Inovação precisa de uma Central de Comando?

Tratar a inovação como um evento isolado ou uma faísca de sorte é um dos maiores riscos que uma empresa pode assumir em sua governança. Para que boas ideias se transformem em ativos estratégicos e valor de mercado, elas exigem o mesmo rigor aplicado ao compliance e à gestão financeira. É exatamente esse o propósito da ISO 56002: estabelecer um Sistema de Gestão da Inovação (SGI) focado em previsibilidade e resultados.

Diferente do senso comum, a inovação não prospera no improviso. Ela ganha escala quando encontra método, métricas claras e, acima de tudo, uma infraestrutura capaz de sustentar o ciclo desde a concepção até a entrega final.

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Custo x benefício x risco

Custo x Benefício x Risco: Qual dos três você está ignorando?

Por muito tempo, usamos uma balança simples: Custo x Benefício.
Se o benefício parecia maior, a decisão estava tomada.
O problema? Essa lógica é perigosamente incompleta.

A gestão moderna nos mostra que existe um terceiro fator essencial nessa equação: o Risco.
🔺 Custo, Benefício e Risco formam um triângulo: Você não ajusta um sem impactar os outros.
Aumentar o benefício costuma elevar o custo ou o risco;
Reduzir custos quase sempre aumenta o risco;
Diminuir riscos, inevitavelmente, custa mais.

O desafio não é maximizar um único ponto, mas encontrar o melhor equilíbrio entre os três.

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